Refletindo sobre o qual é valor de ser humano “comum” na
terra cheguei a uma singela conclusão embasada em uma experiência recentemente
vivida.
A vida de um comum é um pequeno elo em um emaranhado de
correntes. Recentemente por motivos pessoais, digamos para minha “evolução” tive
que mudar de estado, melhor dizendo 2200 km longe da cidade onde passei
99,432577% da minha vida. Quando cheguei “naquela” cidade logo percebi que
longe daquele “elo” de minha vida eu não era nada. Nada mais do que um elo
solto, a procura de outros. Percebe que se por acaso ao chegar naquele lugar,
passar um veiculo em alta velocidade e excomungar “minha alma” pra longe de meu
corpo? Talvez, se não fosse pela
carteirinha de identificação e a união desses elos eu jamais seria
identificado, e minha história não teria relevância alguma nesse mundo. Hipotética ou não, eu vivi algo parecido com
essa “hipótese”. Estava ali, depois de algum tempo que involuntariamente a vida
deu um jeito de me integrar e com outros “elos comuns” já tinha me integrado ao
emaranhado. Sensação incrível é você ir a
uma grande festa e saber ao seu lado, ali em meio a tantas alegrias você
era uma pessoa sozinha? Ninguém ali a reconheceria, ali em pleno “livre arbítrio”
que a lei babilônica lhe permite, estava
livre de julgamentos que lhe pesem a consciência, quando isso acontecer é hora
de se deslocar desse elo, acho quem nem preciso dizer porque. Sozinho você
caminhará ao encontro de novas experiências de começo e recomeço. Sozinho
criará novamente seus novos laços de amizades, dessa vez depois de ter vivido a
mesma experiência. Sozinho evoluirá o seu espírito, se acredita, e não acredita
evoluirá um lado que só os que não acreditam podem ter alguma chance de
conhecer.
Isso é apenas resultado de alguns minutos de reflexão mental de uma mente louca de um ser comum como você, e eu. vida